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Coluna (06/08/1935) - Força, classe e liderança
Ingressou no Benfica em 1954, estreando-se, a 5 de Setembro desse ano, juntamente com Costa Pereira, num particular com o FC Porto, realizado no Estádio Nacional. Iniciou-se na posição de avançado-centro, pela mão de Otto Glória, mas seria no centro do terreno que viria a revelar toda a sua classe, granjeando os elogios da imprensa estrangeira, que lhe reconheceu dotes futebolísticos só ao alcance dos predestinados. O "Capitão", epíteto por que ainda hoje é carinhosamente tratado, cumpria com personalidade a sua missão de líder, assumindo-se como maestro da equipa. Coordenava a acção em campo com a sua refinada leitura de jogo e o auxílio de um perfil técnico, táctico e físico exemplares. Coluna destacava-se na organização do jogo, no controlo da bola, no remate poderoso e colocado e no "pulmão" robusto que lhe permitia intervir em todas as zonas do terreno. Mestre no drible, no passe, no choque e na finalização, Mário Coluna transformou-se num "monstro sagrado" do desporto rei. Venceu as duas Taças dos Campeões Europeus conquistadas pelo Benfica, apontando 1 golo em cada, e capitaneou a equipa nas finais europeias de 63, 65 e 68. Em 1966, integrou a forte Selecção dos "Magriços". Um ano mais tarde vestiu a braçadeira de capitão ao serviço da selecção do Resto do Mundo, por ocasião da festa de homenagem a Zamora. Pelo Benfica, fez 677 jogos e marcou 150 golos, entre 54/55 e 69/70. Despediu-se em 08/12/70, num jogo realizado na Luz, que serviu para homenagear a sua carreira e que contou com a presença de jogadores de nomeada internacional (Cruiff, Hurst, Suarez, Bobby Moore, entre outros). Pela Selecção Nacional somou 57 internacionalizações e marcou 8 golos.
 
Albino (02/11/1912 - 25/02/93) - Dedicação e esforço
Defendeu as cores do Benfica durante 13 épocas, entre 32/33 e 44/45, marcando 25 golos em 462 jogos, tendo alinhado 371 vezes a médio centro. Começou nas categorias inferiores do Clube, fazendo o primeiro jogo pelos "infantis", em 29/30 (na época o equivalente aos juniores actuais). Estreou-se na equipa principal em 26/12/32, no campo do Raio, em Braga, frente à selecção desta cidade. O treinador benfiquista era, então, Ribeiro dos Reis. Albino, o "Tempero", como era conhecido, foi um jogador de genica. Magrizela e de aparência frágil, entregava-se à luta por completo, nunca virando a cara, numa altura em que a posição de médio centro era a de maior responsabilidade. Albino era o fulcro de todas as operações de defesa e de ataque, um jogador que percorria todo o campo, sem uma quebra, sem um desfalecimento. Foi o atleta que melhor interpretou a mística do Benfica. No início da sua carreira, ocupou o lugar de médio direito (75 jogos), mas, depois da época 35/36, Lippo Herczka colocou-o a médio centro, posto em que se destacou. Internacional em 10 jogos, ajudou o Benfica a conquistar 2 Campeonatos de Lisboa, 6 Campeonatos Nacionais (3 da I Liga e 3 da I Divisão), 1 Campeonato de Portugal e 3 Taças de Portugal, tendo jogado a final do Campeonato de Portugal e 2 finais da Taça.
 
Francisco Ferreira (23/08/1919 - 14/02/1986) - Brilhante, entusiasta e generoso
Representou o Benfica durante 14 temporadas, entre 38/39 e 51/52. Fez 522 jogos (511 a médio esquerdo) e marcou 60 golos. Estreou-se no Estádio do Lumiar (actual José Alvalade), a 18/09/38, pela mão de Lippo Herczka, frente ao Belenenses, em jogo a contar para o Torneio de Preparação. Era um jogador voluntarioso e de excelente condição atlética. Médio esquerdo brilhante, "Xico" Ferreira emprestava à competição um entusiasmo invulgar, um elevado espírito de luta e muita generosidade. Foi um jogador leal, de qualidades diversas - energia, entusiasmo, vibração, nervos e fogosidade. Dotado de um fantástico pontapé esquerdo, tornou-se famoso também pelos longos lançamentos de linha lateral que executava. Devido a uma doença inoportuna, a um mês da Taça Latina, ele que era o capitão do Benfica não disputou a prova, ficando de fora do grupo de jogadores que de forma brilhante venceu o troféu. É, ainda, o 3º jogador encarnado com mais jogos como capitão: 293. Internacional em 25 jogos, record no seu tempo, capitaneou a Selecção em 12 encontros. Pelo Benfica, venceu 4 Campeonatos Nacionais e 6 Taças de Portugal, alinhando em todas as finais.
 
João Alves (05/12/1952) - Virtuosismo e visão de jogo
Jogou 4 (1+3) épocas, em 78/79 e entre 80/81 e 82/83, obtendo 37 golos, em 177 jogos - 101 dos quais a médio centro esquerdo. Iniciou-se no Clube na categoria de juniores, na época de 69/70, acabando por sair do Benfica quando passou ao escalão sénior. Regressou à Luz por vontade de John Mortimore, numa digressão de final de época ao Canadá, em 77/78, jogando em Edmonton, a 23/06/78, com o Black Gold. Era um jogador extraordinário, possuidor de uma técnica apurada, que lhe permitia colocar a bola onde queria, fazendo passes e tirando cruzamentos a "régua e esquadro". Jogou com frequência a médio centro esquerdo, mas também à direita (59 jogos), em particular com Lajos Baroti como treinador, na época de 81/82. Jogava, tal como o seu avô, de luvas pretas, o que o distinguia dentro de campo. Detentor de uma grande classe, Alves evidenciava-se pelo modo fino como tratava a bola. Era um jogador criativo, dotado de uma extraordinária visão de jogo, imaginando e realizando de modo eficaz as suas iniciativas. Fez 36 jogos com a camisola da Selecção "A", que capitaneou uma vez e ao serviço da qual apontou um golo. Pelo Benfica, venceu 2 Campeonatos Nacionais e 2 Taças de Portugal, não jogando, porém, a final de 82/83. É que quando a Taça foi conquistada, na época seguinte, no campo do adversário, o estádio das Antas (a pedido do sr. Presidente do FC Porto...), Alves já não jogava no Benfica.
 
Valdo (12/01/1964) - Técnica e Imaginação
Jogou 5 (3+2) épocas, de 88/89 a 90/91 e de 95/96 a 96/97. Marcou 40 golos em 219 jogos (76 a médio centro direito). Estreou-se a 07/08/88, no Torneio de Amsterdão, frente ao Flamengo. Toni era, então, o treinador. Valdo foi um jogador de técnica apurada. Era capaz de colocar a bola com precisão em qualquer zona do campo. Atleta dotado de grande capacidade imaginativa. Concebia jogadas fantásticas com uma facilidade espantosa. Primoroso a conduzir lances de contra-ataque ou no apoio aos avançados. Revelou-se um elemento de influência preponderante na acção da equipa. O elevado nível de eficiência de que era dotado, permitiu-lhe marcar 9 golos de livre directo à entrada da grande área. É, até à data, o 4º melhor benfiquista nesta "especialidade". Internacional brasileiro. Ajudou o Benfica a conquistar 2 Campeonatos Nacionais e uma Taça de Portugal.
 
Simões (14/12/1943) - Virtuosismo, Rapidez e Excelência de passe
Estreou-se com a camisola do Benfica em 27/08/1961, no Estádio Nacional, frente ao Sporting, em jogo integrado no torneio "Dia de Angola". Tinha apenas 17 anos.  Mas cumpriria o primeiro encontro em competições oficiais apenas no dia 19 do mês seguinte, no Uruguai, frente ao Peñarol, para a Taça Intercontinental. Fez 611 jogos pelo Benfica, tendo marcado 90 golos. Jogador de talento extraordinário, de compleição atlética invulgar, baixo, de pernas arqueadas, mas possuidor de técnica e de velocidade apuradas, que dele fizeram um autêntico quebra-cabeças para os defesas adversários. Esquerdino nato, Simões evidenciou-se pelo seu espectacular virtuosismo, arrancando jogadas sensacionais com o seu drible e velocidade estonteantes. A criatividade era uma das suas imagens de marca. Excelente na precisão do passe e na movimentação no terreno, era versátil a livrar-se dos adversários e municiava com uma eficiência extraordinária o ataque, sendo, muitas vezes, ele próprio quem assinava os golos. Fruto da irrequietude que revelava dentro de campo, foi apelidado de "rato Mickey". Ficou para sempre ligado ao sucesso do Benfica europeu da década de 60 e ao brilhante 3º lugar obtido pela selecção portuguesa no Mundial de 1966, tendo sido titular em todos os jogos da fase de qualificação e da fase final. Vestiu 46 vezes a camisola das quinas e marcou 3 golos ao serviço da equipa nacional. Em 23/09/64, fez companhia a Eusébio e a José Augusto numa selecção da UEFA que actuou em Belgrado, na Jugoslávia. Em 1974/75, cumpriu a sua última época ao serviço do Benfica. Seguiram-se passagens curtas pelo Estoril-Praia e pelo U. Tomar, em Portugal, e pelos clubes norte-americanos do Boston Minutemen, San José Earth Quakes e Dalas Tornado, em que fez um total de 70 jogos e marcou 3 golos. Encerrou a sua carreira em 1979.
 
Nené (20/11/1949) - Subtileza e golos
Jogou 18 épocas, entre 68/69 e 85/86. Fez 803 jogos. Marcou 473 golos. Rubricou 33 hat-tricks (24 de 3 golos, 5 de 4 golos e 4 de 5 golos!). O inesquecível número 7, "burilado" nos escalões de formação do Benfica, onde se iniciou a 25/05/67, na categoria de Juniores, estreou-se na equipa principal pela mão de Otto Glória, a 17/11/68, em jogo a contar para o Campeonato Nacional, realizado na Luz, frente ao V. Guimarães. Era um jogador de eleição, sempre com os olhos na baliza adversária. É o 3º melhor marcador do Clube, o 1º em "bolas corridas" dentro da área (305 golos) e o 3º como cabeceador (88 golos). Foi um exímio executante de grandes penalidades (39 golos), castigo em que apurou uma técnica muito especial - a "paradinha". Jogador veloz, iniciou-se como extremo direito, posição em que cumpriu 459 jogos, concretizando inúmeras assistências para os colegas do ataque. A partir da época de 76/77, o treinador John Mortimore, sentindo dificuldades em conseguir avançados, passou a utilizá-lo na posição de ponta-de-lança, lugar que viria a ocupar em 212 jogos, até ao final da sua longa carreira. Avançado de resolução fácil frente à baliza, marcava golos de belo efeito e para todos os gostos. Internacional em 66 jogos, marcou 22 golos pela selecção lusa, que capitaneou 6 vezes. Ainda que "sem sujar os calções", Nené conseguiu tornar-se recordista de títulos no futebol português: ajudou o Benfica a vencer 10 Campeonatos Nacionais e 7 Taças de Portugal, jogando 5 finais e rubricando um hat-trick na final de 80/81, frente o FC Porto. Foi o melhor marcador do Campeonato Nacional em 80/81, com 20 golos.
 
José Augusto (13/04/1937) - Estilo, inteligência e habilidade
Estreou-se no Benfica a 01/09/59, frente aos espanhóis do Real Oviedo, em jogo de carácter particular realizado na Luz (1-0). Proveniente do Barreirense, onde cumpriu as suas primeiras 4 épocas como profissional. José Augusto regateou respeito e carisma com a camisola do Benfica, onde jogou durante 11 épocas. Era dotado de uma excelente coordenação de movimentos. Em corrida, ultrapassava com uma elegância fora de série os adversários que lhe saltavam ao caminho. Tinha o dom de dominar e chutar a bola com qualquer um dos pés. No jogo aéreo, era igualmente um jogador de classe. Apesar de durante a maior parte da sua carreira não ter ocupado a posição mais avançada no ataque, revelou-se sempre um exímio marcador, tendo apontado, ao serviço do Benfica, 207 golos em 479 jogos disputados. Lia o jogo com inteligência, salientando-se na exactidão do passe, nas desmarcações, na finta hábil, nas assistências teleguiadas e na colocação dos remates, que saíam dos seus pés ou da sua cabeça com uma precisão notável. O seu estilo refinado alimentava o futebol espectáculo. Por todos os atributos que granjeou, chegou a ser considerado por alguma imprensa estrangeira como o melhor do mundo na sua posição. Em 1964, alinhou duas vezes na Selecção Mundial, tendo apontado um golo. Ao serviço da equipa das quinas, fez 45 jogos e marcou 9 golos, tendo tomado parte na conquista da 3ª posição do Campeonato do Mundo de 1966, realizado em Inglaterra.Pelo Benfica, venceu 8 Campeonatos Nacionais e 3 Taças de Portugal.
 
Francisco Palmeiro (16/10/1932) - Veloz e ardiloso
Representou o Benfica durante 7 temporadas, entre 53/54 e 60/61, efectuando 178 jogos (117 a extremo direito) e marcando 49 golos (2 hat tricks). Estreou-se sob o camando técnico de Ribeiro dos Reis e José Simões, a 25/12/53, no Estádio Nacional, num jogo frente ao Independiente, da Argentina (Torneio Quadrangular Luso-americano). De início, conquistou a titularidade a interior, direito e esquerdo. A partir da época de 54/55, já com Otto Glória como timoneiro, fixou-se na posição de extremo direito. Era um jogador veloz. Uma pedra chave na estratégia táctica de Otto Glória, integrando com facilidade o célebre esquema da diagonal, quer como interior recuado, tabelando com os médios, quer como extremo, ardiloso e dinâmico a conduzir jogo pelo seu flanco e preciso a assistir o avançado-centro. Não marcou muitos golos, mas assinou dois tentos históricos: foi o primeiro jogador benfiquista a marcar um golo no Estádio da Luz, no dia da sua inauguração (01/12/54), e foi o primeiro jogador do Clube a marcar um golo na Taça dos Campeões Europeus, em Sevilha, no antigo Estádio Nérvion, a 19/09/57. Somou 3 internacionalizações e ficou "famoso" por ter marcado, na sua estreia, os 3 golos com que Portugal venceu a Espanha (3-1), em 03/10/56, no Estádio Nacional. Palmeiro ajudou o Benfica a conquistar 3 Campeonatos Nacionais e 3 Taças de Portugal.
 
Rogério (17/02/1922) - Arte e velocidade
Jogou 12 épocas no Benfica, entre 42/43 e 53/54. Fez 423 jogos e marcou 288 golos, com 20 hat-tricks pelo meio (10 de 3 golos, 6 de 4 golos e 4 de 5 golos). Estreou-se a 04/10/42, nas Salésias, frente ao Belenenses, tendo marcado um golo nesse jogo, em que, por vontade do treinador Janos Biri, actuou a ponta-direita. Mas Rogério foi um jogador versátil. Como extremo, alinhou à esquerda (223 jogos) e à direita (73 jogos). Adaptava-se, também, a qualquer posto na linha avançada, fazendo com muito acerto o lugar de interior direito (102 jogos). Era um jogador extremamente habilidoso, com dois pés inteligentes e bastante veloz. Detinha um invulgar sentido de oportunidade e era subtil no trato da bola. A sua técnica apurada permitia-lhe a execução de malabarismos que trocavam os olhos aos adversários. Aproveitando a sua velocidade e a sua destreza a jogar com ambos os pés, Janos Biri fixou-o na posição de ponta esquerda, em que fez fama. Todavia, o técnico Ted Smith, no Benfica desde 48/49, aproveitando o seu virtuosismo, utilizou Rogério com frequência no lugar de interior esquerdo, a partir de 49/50. Internacional em 15 jogos, o "Pipi", como ficou conhecido no meio futebolístico, marcou 2 golos pela Selecção. Como jogador do Benfica, conquistou a Taça Latina, 3 Campeonatos Nacionais e 6 Taças de Portugal. É o jogador português com mais golos em finais da Taça de Portugal - 15, tendo marcado 5 dos 8 tentos com que o Benfica derrotou o Estoril-Praia na final de 43/44!
 
Cavém (21/12/1932) - Arrojo, voluntariedade e valentia
Jogou 14 épocas, entre 55/56 e 68/69, marcando 125 golos (5 hat-tricks - 3 de 3 golos e 2 de 4 golos) em 542 jogos. Estreou-se a 01/12/55, na festa do primeiro aniversário do Estádio do SLB, frente ao Valência, jogando na posição onde se viria a notabilizar: extremo esquerdo (238 jogos). O treinador era, então, Otto Glória. Cavém era um jogador imprevisível a driblar e a cabecear. Um atleta brioso, que dava o máximo do seu esforço pela vitória. Era decidido, arrojado, voluntarioso e revelava um excelente sentido de oportunidade. Perfeito intérprete do futebol atlético, Cavém foi o maior polivalente do futebol português. Adaptável a qualquer posição, jogou em 9 lugares (só não foi titular como guarda-redes e como avançado-centro), distinguindo-se não só como extremo esquerdo mas também como defesa direito (197 jogos). Foi esta a posição que ocupou até ao final da sua carreira, após a chegada de Riera, na época de 62/63. Internacional em 18 jogos, marcou 5 golos pela Selecção portuguesa. Pelo Benfica, foi Bicampeão Europeu, venceu 9 Campeonatos Nacionais e 4 Taças de Portugal. Detém o golo mais rápido em finais da Taça: no jogo decisivo de 58/59, disputado frente ao FC Porto, no Estádio Nacional, Cavém abriu o activo aos 27 segundos, fixando, ao mesmo tempo, o resultado do encontro.
 
Chalana (10/02/1959) - Genialidade e magia
Foi, depois de Eusébio, o baluarte máximo do futebol benfiquista, reunindo, no grau supremo, qualidades que fizeram dele um jogador de excepção: habilidade, velocidade, génio e magia. Foi uma espécie de mago do futebol. Tornou-se, por isso, num ídolo dos benfiquistas. Estreou-se no Clube pela mão de Mário Wilson a 07/03/76, frente ao Farense (3-0), na Luz, em jogo do Campeonato Nacional, tendo entrado ao intervalo para substituir Toni. Senhor absoluto do corredor esquerdo, arrancava assistências fatais depois de baralhar com a sua finta desconcertante um ou mais defesas que lhe aparecessem no caminho. O facto de possuir um pé esquerdo sobredotado não implicava a falta de arte no direito, que utilizava com a mesma naturalidade dos destros. Chalana tratava o esférico com a mesma facilidade que os malabaristas profissionais executam os seus números de circo. O seu talento levava o êxtase às bancadas, fazendo delirar o público com os seus lances prodigiosos. Estreou-se na Selecção Nacional com apenas 17 anos, 8 meses depois de o fazer na equipa principal do Benfica. Em 1984, por ocasião do Europeu de França, maravilhou o mundo do futebol com o seu engenho e a sua arte, contribuindo decisivamente para o 3º lugar alcançado pela equipa lusa. A sua habilidade invulgar condenava-o muitas vezes a ser travado pelos adversários com entradas duras. E foram justamente as lesões que o afastaram dos relvados em diversos períodos da sua carreira. Em 89/90, fez a última época de águia ao peito. Pelo Benfica, realizou 410 jogos, 308 como médio esquerdo, tendo marcado 64 golos. Venceu 6 Campeonatos Nacionais e 2 Taças de Portugal. Pela Selecção, fez 27 jogos e marcou 2 golos.
publicado por sportlisboaebenfica1904 às 17:33
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